Tenho um filho e meio... meio porque o Bernardo nascerá em setembro. O filho que está a milhão em casa, com quase quatro anos, é o Tomás. Ontem ele me desobedeceu.
Eu tenho uma norma que é "não falo duas vezes". Falei uma, ele não deu pelota, o bicho pega. Para algumas coisas, simplesmente não tem conversa mesmo. Para a outra grande maioria, buscamos o entendimento.
Ontem ele não deu pelota. Cortei o DVD na hora. "Falei, não obedeceu, acabou DVD". Ele sacou a bobagem que fez.
Bom, foi aí que a Bia, minha mulher-maravilha (e a do Tom também, afinal, super-herói é com ele mesmo), decidiu colocar um CD do Paulinho Moska. O segundo dele, chamado "Pensar é fazer música", que é inteiro bom. Mas uma música em especial eu adoro e decidi apresentar pro Tomás. Chama-se "Qualquer tipo de amor". Bom refrão, boa pegada folk/rock, com gaita, som de strato maravilhoso do Billy Brandão, enfim.. musicão!
Meu, o Tomás amou. Na segunda vez que escutou, ele mandou o refrão lindamente: "Me dê um pou-co-de-amor... amor de outro tipo! Ahhhhhhhhhh!" Super musical, afinadinho, no ritmo... a Bia não acreditou. Ficamos os três (e meio, já que o Bê estava junto, né) na sala cantando e dançando abraçados. Felizes...
Nessa horas eu penso: "Vale a pena, meu! Ô se vale". Mesmo com as broncas, desobediências (necessárias para o crescimento dele, eu sei), cansaço e tudo mais, vale a pena!
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
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