sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Blog da Crescer- Texto 3

O segundo filho

O Tomás foi programado 100%. A Bia tem problema de ovário e seu ciclo menstrual é meio maluquete. Meio não, fui bondoso... É completamente maluquete. Por isso, tivemos a ajuda de nosso amigo Clomide.

A Bia tomou esse negócio que deu uma reguladinha em seus hormônios e "bimba", na primeira tentativa, conseguimos engravidar.

Aí o Tom cresceu e surgiu a idéia do segundo baby. Na verdade, o segundo baby sempre esteve na pauta, mas a escolha do momento correto se deu quando o Tomás fez 3 anos. Era a hora que a gente julgava ser a correta. E começamos a tentar, por sugestão do médico da Bia, os métodos naturais. Sem Clomide esta vez.

Mas o ciclo da Bia continuava maluquete. Séculos sem menstruar... coisa que eu e a mulher-maravilha acabamos nos acostumando.

Aí eu mudei de emprego. E por uma decisão em conjunto, decidimos suspender o projeto baby, pois seria melhor eu me firmar no novo trampo e tudo mais. Sem menstruar há quase uma década (exagero mesmo, ta!), a Bia já tinha um procedimento básico para voltar ao "normal". Era fazer um teste de gravidez para certificar que se tratava de uma "não-ovulação", ou seja, era ver o teste negativo, ligar pro médico, pegar receita, tomar remédio... voltar ao normal. Simples assim...

Mas a gente não contava que os dois tracinhos apareceriam naquele teste mequetrefezinho (daqueles que custam R$10). A Bia estava grávida. Ih! Repensa, pensa, repensa... "Vamos fazer outro teste! Para ter certeza", propus! A Bia aceitou. Nessa hora estávamos de saída para a festinha de um amiguinho do Tomás, o João Tanaka.

Fomos para a festa, ainda anestesiados pela (meia) confirmação da gravidez do segundo baby. Na saída da festa, passamos na farmácia e compramos aqueles testes de R$ 40, uma fortuna para esguichar o xixizinho. Hehehehehe! E, claro, deu positivo.

Estávamos grávidos novamente. Uau! Quanta coisa vem na cabeça. Mas a mais bacana delas era como contar pro Tom. Como faríamos? O que diríamos? Qual seria a sua reação?

Escolhemos, após o primeiro ultrassom, aquele para ver o batimento cardíaco e a fixação na parede uterina, uma super padaria que a gente adora, pertinho de casa. Um lugar legal, com um muffin de banana que o Tomás adora. Ali seria o cenário para a gente dar a notícia pro Tom.

É bom ressaltar que o Tomás é um dos poucos alunos da classe dele que ainda não tinha irmãozinho. Então esse era um papo super freqüente na roda diária de conversas na escolinha.

Quando contamos, foi um barato. Ele simplesmente pirou. A felicidade estava estampada em sua cara. Ele começou a dizer em uma ultra-velocidade toooodas as informações que ele tinha a respeito de um irmãozinho (ou irmãzinha). Eu tenho isso filmado... hohohohoho! Vou colocar no YouTube e depois passo o link aqui.

A verdade é que o Tomás está super feliz com a chegada do Bernardo. Ele é todo chamego com a Bia. Faz carinho na barriga, pergunta em que posição o Bernardo está, fica feliz com o quartinho dele sendo preparado. Todas as suas roupas que não servem mais, ele quer deixar pro Be.
Tenho certeza que haverá ciúmes, principalmente quando o Tomás perceber a divisão de atenção que terá por parte da Bia no início. Mas essa reação toda dele foi super positiva e me deixa mais tranqüilo com o que enfrentaremos pela frente. Vai ser demais! Setembro está aí. E com ele, a chegada do Bernardo.

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